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foto de Euler Sandeville Jr., Serra do Espinhaço, MG, espécie nativa de Paepalanthus, Eriocaulaceae, 2010.



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Desenho: Bactris hirta Mart. [as Bactris unaensis Barb. Rodr.]. Barbosa Rodrigues, J..Sertum palmarum brasiliensium, vol. 2: t. 17 (1903).
Núcleo de Estudos da Paisagem
docente responsável: Euler Sandeville Jr.




Núcleo de Estudos da Paisagem: pensando processos colaborativos de construção de conhecimentos e solução de problemas entendendo a paisagem como experiẽncia partilhada e construção social e o ensino e aprendizagem como um processo de diálogo com seu tempo e as condiçẽos de existência no mundo; indagando os processos históricos de constituição da cultura e dos valores em diferentes tempos, camadas e narrativas; problematizando a condição humana contemporânea.

POR UM CONHECIMENTO LIVRE E SENSÍVEL, POR UM MUNDO LIVRE E EM PAZ



O Núcleo de Estudos da Paisagem (NEP) foi criado em 2003 pelo Professor Euler Sandeville a partir dos princípios da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento (2002) e da proposição de compreensão da paisagem não apenas como visualidade, mas construção social e partilha de experiências. Tem como objeto fundamental estudos da cidade, da natureza e da cultura. É pensado na perspectiva de um esforço colaborativo e interdisciplinar de trabalho (pesquisa, ação, reflexão, aprendizagem).


Figura: Mapa mental das proposições e etapas do Núcleo de estudos da Paisagem, Euler Sandeville Jr., 2018 (para ver melhor clique aqui)


Os trabalhos são concebidos a partir dos princípios da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento (2002, que você pode conhecer acessando a página princípios pelo menu lateral), da proposição da Paisagem como Experiências Partilhadas e Socialmente Produzidas (concebida a partir de 1981) e de estudos em História da Cultura e da Paisagem (a partir de 1981).


Figura: Mapa mental resumido dos estudos disciplinares sobre paisagem, elaborado em 2010, Euler Sandeville Jr.

As paisagens que nos ocupam são entendidas como um campo de tensões e contradições, mas também de possibilidades, evidenciando o drama e os anseios do trabalho e dos desejos humanos que essas paisagens abrigam em sua construção histórica, ecológica e cultural. Coloca-se assim em questão a problematização da cultura contemporânea; a construção histórica de formas anteriores de representação do mundo e da vida e suas conexões com a construção do espaço, as implicações sociais contraditórias e as potencialidades de nossas paisagens que se abrem com estudos colaborativos e participantes.

O grupo de pesquisa reúne uma ampla diversidade de pesquisadores de diversas áreas de formação que atuam colaborativamente em um programa integrado de trabalho, incluindo bolsistas de pré-iniciação científica, bolsistas de iniciação científica, de mestrado, de doutorado e de pós-doutorado, além de pesquisadores populares e outros colaboradores. As pesquisas integram-se em grupos de estudos que organizamos buscando articular a compreensão local em uma compreensão de conjunto do setor urbano e de vetores e processos mais amplos que o impactam, ou mesmo em estudos temáticos de natureza histórica sobre as representações sociais e construção de saberes sobre a paisagem. As abordagens estabelecem uma articulação entre as pesquisas, disciplinas de graduação e pós-graduação e outras atividades colaborativas ou de formação.

Os trabalhos são desenvolvidos com pesquisadores de graduação a pós-graduação e colaboradores externos. Foi a origem do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LABCIDADE, FAU USP) que esteve sob minha coordenação entre 2005, data de sua criação e 2010, e entre 2010 e 2015 sob coordenação minha conjuntamente com Raquel Rolnik. O LabCidade ficou nesse período organizado em dois núcleos sob nossa respectiva coordenação: O Núcleo de Estudos da Paisagem e o Núcleo Direito à Cidade. A partir de 2015 me desliguei do LabCidade para pensar na construção de um novo programa a partir da experiência até então realizada. A partir de 2015 o projeto passa então por uma reformulação, o que aliás sempre o caracterizou. Entre outros projetos, destaco Paisagens Partilhadas e a Universidade Livre e Colaborativa, voltados para processos coletivos e solidários de construção de conhecimentos e solução de problemas e, na área da História da Cultura e da Paisagem, destaco entre outros As Sombras da Floresta. Vegetação, Paisagem e Cultura no Brasil (1993-1999, que tem continuidade em Representações da Natureza e da Cidade no Brasil) e o projeto A Natureza e o Tempo (o Mundo) (desenvolvido a partir de 2016).
      










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uma proposta de Euler Sandeville Jr.


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